(IFC - New York Times)
'You're about twenty-five years old, and you're no more than, shall we say, intermittently employed so you spend a great deal of time talking with friends about trivial things or about love affairs that ended or never quite happened; and sometimes, if you're lucky, you fall into bed, or almost fall into bed and just enjoy the flirtation, with someone in the group.' Assim começa o artigo de David Denby no New Yorker da semana passada sobre um novo género cinematográfico, o chamado 'mumblecore'.
Levando mais além a ideia de cinema independente, os filmes ‘mumblecore’ são micro-produções caseiras em que um grupo de actores, geralmente amadores, representa situações embaraçosas da vida privada. A denominação ‘mumblecore’, inventada em 2005 pelo técnico de som Eric Masunaga durante o South by Southwest Film Festival (SXSW) para descrever um filme em que tinha trabalhado, refere-se aos balbucios das personagens e captura o humor dividido entre a frustração e a expectativa dos jovens pós-universitários nos dias de hoje. A liderar o movimento encontra-se um pequeno grupo de realizadores, inseridos na mesma faixa etária, que já ganhou notoriedade para além das fronteiras do youtube e da blogoesfera. São eles: em primeiro lugar, Joe Swanberg (‘Hanna Takes the Stairs’; o explícito ‘Young American Bodies’ em que participou com a sua mulher; e 'Alexander the last', filme que será lançado esta semana); Andrew Bujalski (‘Mutual Appreciation’; ‘Funny Ha Ha’); Aaron Katz (‘Quiet City’ e ‘Dance Party USA’); e os irmãos Jay and Mark Duplass (‘The Puffy Chair’ e ‘Baghead’). Como seria de esperar a maior parte destes filmes pode ser encontrado na Internet para download (www.ifc.com) – na verdade, alguns dos realizadores pirateiam as suas próprias obras em sites.
Sobre o potencial destes filmes para deixar uma marca profunda no panorama cinematográfico, o artigo da New Yorker deixa um grande ponto de interrogação. Devo confessar que também eu fiquei um pouco confuso depois de ver os primeiros ‘trailers’ no Youtube, mas se calhar é preciso ver um filme inteiro para conseguir apreciar o género. Em última análise, parece-me que a ideia, talvez não complemente inesperada, consegue assimilar a realidade da vida contemporânea e nesse sentido merece a nossa curiosidade. Até porque a expressão 'cinema em casa' reveste-se cada vez mais de um novo significado.
Levando mais além a ideia de cinema independente, os filmes ‘mumblecore’ são micro-produções caseiras em que um grupo de actores, geralmente amadores, representa situações embaraçosas da vida privada. A denominação ‘mumblecore’, inventada em 2005 pelo técnico de som Eric Masunaga durante o South by Southwest Film Festival (SXSW) para descrever um filme em que tinha trabalhado, refere-se aos balbucios das personagens e captura o humor dividido entre a frustração e a expectativa dos jovens pós-universitários nos dias de hoje. A liderar o movimento encontra-se um pequeno grupo de realizadores, inseridos na mesma faixa etária, que já ganhou notoriedade para além das fronteiras do youtube e da blogoesfera. São eles: em primeiro lugar, Joe Swanberg (‘Hanna Takes the Stairs’; o explícito ‘Young American Bodies’ em que participou com a sua mulher; e 'Alexander the last', filme que será lançado esta semana); Andrew Bujalski (‘Mutual Appreciation’; ‘Funny Ha Ha’); Aaron Katz (‘Quiet City’ e ‘Dance Party USA’); e os irmãos Jay and Mark Duplass (‘The Puffy Chair’ e ‘Baghead’). Como seria de esperar a maior parte destes filmes pode ser encontrado na Internet para download (www.ifc.com) – na verdade, alguns dos realizadores pirateiam as suas próprias obras em sites.
Sobre o potencial destes filmes para deixar uma marca profunda no panorama cinematográfico, o artigo da New Yorker deixa um grande ponto de interrogação. Devo confessar que também eu fiquei um pouco confuso depois de ver os primeiros ‘trailers’ no Youtube, mas se calhar é preciso ver um filme inteiro para conseguir apreciar o género. Em última análise, parece-me que a ideia, talvez não complemente inesperada, consegue assimilar a realidade da vida contemporânea e nesse sentido merece a nossa curiosidade. Até porque a expressão 'cinema em casa' reveste-se cada vez mais de um novo significado.
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